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Dependente Químico

Um dependente químico pode ser internado à força?

27 de agosto de 2021
Um dependente químico pode ser internado à força?

A dependência química é um problema global que afeta milhares de famílias. Ela é definida como uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS).  Um fator que acaba agravando toda a situação é alguns dependentes se recusarem a realizar o tratamento e a reconhecerem o problema como doença.

Todo o processo é extremamente desgastante para os que estão em volta, que precisam assistir à autodestruição do indivíduo. No desespero de ajudar e, não conseguindo fazer isso, não é incomum ver famílias desistindo da pessoa.  

A internação, seja ela involuntária ou compulsória costuma ser um dos últimos estágios desse processo. Saiba mais sobre elas a seguir!

 

O que é a internação compulsória?

Todos os tipos de internação, inclusive a compulsória, são regulamentados pela Lei 10.216/2001. Neste caso específico, como é necessário autorização do juiz, trata-se de um último recurso, depois que todas as outras opções falham.

A constatação da necessidade de internação compulsória é realizada por meio da análise de um ou mais laudos médicos, constatando não apenas a falta de sucesso de outras abordagens, mas também o fato de que o dependente é um risco para si e para os que o cercam.

 

E a internação involuntária?

Este tipo de internação pode ser solicitado pela família, dispensando a necessidade de recorrer ao juiz. Neste caso, é preciso que um ente querido se responsabilize, inclusive pelo pagamento das despesas da clínica.

Muitas famílias que não possuem condições financeiras acabam recorrendo à internação compulsória porque o juiz pode ordená-la com a orientação de que o Estado custeie o tratamento.

 

Em que casos a internação é necessária?

A internação deve ser solicitada nos casos mais graves, nos quais o dependente químico representa uma ameaça para si ou para os seus familiares e amigos, seja pelo uso de substâncias químicas, seja pelas crises e surtos, consequências do transtorno.  Veja algumas situações em que você deve recorrer a esse recurso:

 

  • O dependente apresenta comportamento agressivo: Isso ocorre em diversos casos. A carência de substâncias químicas no organismo ocasiona crises de abstinência as quais geralmente vêm acompanhadas de irritabilidade e agressividade. Quando o indivíduo gera conflitos, agredindo a si mesmo ou a outros, é necessário intervir.

 

  • O dependente comete crimes para sustentar o vício: Em casos extremos, o indivíduo pode chegar a agredir ou a assassinar alguém para conseguir o que quer. Outros chegam a vender bens de amigos e familiares para sustentar o vício. Quando isso acontece, é necessário agir para dar à pessoa a chance de se recuperar.

 

  • Tentativas de suicídio: Algumas drogas de efeito depressor, quando usadas excessivamente, podem culminar em tentativas de suicídio. Esses casos evidenciam que o dependente está em grande sofrimento e precisa aliviá-lo imediatamente, enxergando tirar a sua vida como uma saída para pôr fim a sua dor.

 

A internação, seja ela compulsória ou involuntária, deve ser utilizada como último recurso no tratamento do dependente químico justamente por não contarem com a autorização dele.

Caso realmente haja a necessidade disso, é necessário procurar uma clínica especializada. O Busca Clínicas de Recuperação é um site que possui diversas clínicas cadastradas. Acesse já e encontre um local próximo de você!

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