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Dependência Química

Covid-19: aumento nos casos de dependência química pode ser sinal de alerta para uma nova epidemia

20 de setembro de 2021
Covid-19: aumento nos casos de dependência química pode ser sinal de alerta para uma nova epidemia

A pandemia do novo coronavírus trouxe muitas mudanças para o mundo. A principal delas foi a necessidade do isolamento social como forma de conter o avanço da doença. A nova rotina levou as pessoas a buscarem alternativas para o entretenimento, já que os passeios e reuniões com amigos tiveram de ser deixados de lado. Algumas das opções de lazer mais comuns foram as lives musicais, as videoconferências com parentes e amigos e as noites de petiscos. Tudo isso acompanhado, geralmente, por um drink, uma taça de vinho ou uma cerveja e também um cigarrinho.

Há quem diga que uma dose de vinho ou um cigarro por dia não faz mal a ninguém, mas o segredo está na genética de cada pessoa. A tendência em se desenvolver um vício por álcool ou tabaco pode tornar o primeiro contato com a droga fatal. Mas por ser a única doença psiquiátrica passível de prevenção, evitar o contato frequente já pode amenizar os riscos.

O quadro de incertezas imposto pela pandemia de covid-19 deixou especialistas em alerta sobre alguns vícios presentes entre os brasileiros, como o tabagismo e alcoolismo. O aumento significativo no consumo dessas drogas durante este período preocupa o professor do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina da UFMG, Frederico Garcia, coordenador do Centro de Referência em Drogas (CRR/UFMG) da universidade, que estima uma possível epidemia de pessoas dependentes químicas após a atual situação sanitária.

O que fazer caso isso ocorra?

 

As experiências de estresse, medo, luto e pressão em diferentes graus são inúmeras e na tentativa de aliviar as angústias e aumentar a sensação de prazer, as pessoas ficaram mais suscetíveis ao uso de substâncias lícitas, vindo a piorar vícios antigos ou abrindo portas para novas dependências químicas, como as drogas ilícitas.

Desde 24 de fevereiro 2020, quando o Brasil teve o seu primeiro caso de COVID-19, até o início de maio, a venda de bebidas alcoólicas subiu 93,3% no país. O número é significativo e mostra que os brasileiros estão buscando na bebida alcoólica uma forma de relaxar diante do que ainda está por vir.

Mesmo com as vacinas, as preocupações ainda são muitas. Elas envolvem o medo de se contaminar, de perder pessoas queridas e até em relação à economia do país. O álcool, o tabaco e outras drogas são encarados por alguns como uma válvula de escape para esses pensamentos — e isso é muito perigoso.

Especialistas recomendam canalizar o prazer em outras fontes, estimulando novas rotinas e atividades de interação social. Mudanças de hábitos para manter a saúde em dia, focar no presente e na busca interna de prazer são outras atitudes que podem ajudar – e muito! Além disso, o que é licito não precisa ser proibido, caso haja equilíbrio no consumo. Porém, vale lembrar que o uso frequente de substâncias lícitas prejudica o sistema imunológico, podendo agravar o quadro em caso de infecção pelo Coronavírus.

Já os usuários de drogas ilícitas ou os que já estão em algum tratamento para dependência química, podem encontrar um desafio ainda maior, devido a possíveis recaídas, necessitando do suporte de clínicas especializadas em recuperação de drogas, as quais você encontra facilmente aqui, no Busca Clínicas de Recuperação. Conte conosco!

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